COPA ALEIXO - 06/07/2010

BRUNO ALEIXO

 

Está-se a acabar a Copa e hoje já só há um jogo. Uma seca, portanto. O Bussaco diz que não vai ver o jogo, porque se recusa a ver um encontro apitado por um árbitro do Uzbequistão. Quando o Busto lhe disse que até havia um árbitro das Seychelles no Mundial, o Bussaco saiu todo revoltado, a berrar que não reconhecia este campeonato do mundo como válido. Bem, o único Holanda com o Uruguai num Mundial foi ganho pelos holandeses e o pai do jogador Forlán jogou nesse jogo. Na Holanda, nenhum pai dos jogadores de agora jogou nesse jogo. Essa equipa da Holanda, de 74, tinha é uns gémeos, mas isso é normal na selecção da Holanda, visto que os jogadores são robots criados em laboratórios secretos. O tal do Sneijder, o jogador pequenito que marcou de cabeça ao Brasil e sem sequer saltar (foi tão absurdo como se o Felipe Melo tivesse marcado numa bicicleta a passe do Dunga), é um dos grandes perigos do lado dos holandeses. O outro é o jogador Robben, que parece um velho, mas ainda é novo, como o Robin Williams naquele filme em que ele faz de garoto com cara e corpo de velho. Ou como o Benjamin Button, que o Renato não sabe que filme é esse com o Robin Williams. Na equipa do Uruguai, a grande esperança está no jogador Forlán e no facto de Fucile não poder jogar. Ah, e, claro, no guarda-redes Muslera, que, graças à sua cabeça de garoto de oito anos, inibe os avançados contrários de chutarem a bola com muita força. Foi por isso que o avançado Asamoah Gyan, do Gana, falhou aquele penalty aos 120 minutos: chutou alto, para não aleijar o garoto e ser criticado por toda a gente, e acabou por falhar. Já o Ribeiro, aproveitou para dizer que a história é cíclica e, se o Uruguai acabar por ser campeão do mundo, quer dizer que voltou tudo ao zero. E, em 2014, o campeão é a Itália. Em 2018, também. Depois há a 3ª Guerra Mundial e a Copa pára até 2030.

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